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sábado, 1 de junho de 2013

Os 25 maiores sintrenses do Século XX

A propósito da iniciativa do Expresso de eleger os 100 maiores portugueses do século XX, fiz um exercício semelhante, e seleccionei igualmente um grupo de personalidades que, em minha opinião, marcaram a vida cultural e cívica de Sintra no século XX, alguns ainda vivos, felizmente, e que em artigos futuros irei revisitando. Apenas ordenados pela antiguidade cronológica do tempo em que viveram, aqui vai a minha selecção dos principais 25:

Dr. Gregório de Almeida, médico e filantropo


Carvalho Monteiro, dono da Quinta da Regaleira e benemérito


Norte Júnior, arquitecto


José da Fonseca, escultor


Carlos França, médico bacteriologista e benemérito


Nunes Claro, médico e poeta



Brandão de Vasconcelos, médico, promotor do vinho de Colares e filantropo



Carlos de Oliveira Carvalho, administrador florestal do Parque da Pena


António Medina Júnior, fundador do Jornal de Sintra


Artur Anjos Teixeira, escultor

Francisco Costa, escritor e director da Biblioteca de Sintra



Leal da Câmara, caricaturista e defensor da herança etnográfica saloia


Oliva Guerra, poetisa
 
Joaquim Fontes, médico, divulgador de história local e antigo presidente da Câmara 

Ferreira de Castro, escritor, ligado a Sintra a quem doou o seu espólio


José Alfredo Costa Azevedo, divulgador da História de Sintra, cronista, e presidente da Comissão Administrativa depois do 25 de Abril


Raul Lino, arquitecto, com várias obras emblemáticas na zona de Sintra

José Fernandes Badajoz, poeta popular

Maria Almira Medina, escritora e jornalista

Cipriano Santos, campeão do mundo de hóquei em patins e antigo presidente do HCS


Mily Possoz, pintora


Cardim Ribeiro, arqueólogo 


Olga, Marquesa de Cadaval, benemérita das artes


João de Mello Alvim, encenador, fundador do Chão de Oliva

M.S. Lourenço, filósofo e escritor

 

3 comentários:

  1. Olá Fernando. Estou genericamente de acordo com esta lista, mas de repente lembro-me de um homem pouco lembrado, mal conhecido, que deu a vida à Serra e ao Convento dos Capuchos. Refiro-me ao guarda Gaspar, a quem todos chamavam (e creio que ainda chamam, se ainda está entre nós) Frei Gaspar.

    O Frei Gaspar esteve muitos e muitos anos sozinho no Convento, zelando por ele, protegendo-o, sendo de certa forma a continuação do espírito inicial do Convento e dos seus frades. "Frei" por baptismo popular mas também por mérito próprio. Um homem simples quando comparado com outros nomes desta sua selecção... Mas um grande sintrense do século XX.

    Abraço!

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  2. Como é óbvio são mais de 25 os grandes sintrenses,e nenhuma lista terá toda a gente,nem lá perto.

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  3. Essa figura de Frei Gaspar é, à partida, fascinante!

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