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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Encontros mensais com Gonçalo M. Tavares




 


A partir de 19 de janeiro, e uma vez por mês, a Biblioteca Municipal de Sintra-Sala Vergílio Ferreira- vai receber o escritor Gonçalo M. Tavares que livremente debaterá com os participantes temas candentes da nossa vida contemporânea. Tais sessões, designadas “Conversas com Gonçalo M. Tavares”, terão início às 15h e a duração de 2 horas, serão de entrada livre, mas limitadas a 30/35 participantes, os quais, querendo, podem inscrever-se antecipadamente para dcul@cm-sintra.pt
A sessão de 19 de janeiro será dedicada ao tema "A Morte"
Nas próximas sessões serão abordados os seguintes temas:
23 de fevereiro- A saúde, a alegria
16 de março- Racionalidade e loucura
27 de abril- A tecnologia
25 de maio- A linguagem, a verdade e a mentira
22 de junho- Imagens e imaginação
28 de setembro- O poder, a politica
26 de outubro- A Identidade
23 de novembro- O amor
28 de dezembro- As utopias
 
Gonçalo M. Tavares é já um dos escritores mais traduzidos de sempre da literatura portuguesa, (estando em curso traduções e edições internacionais de todos os seus livros, em mais de 50 países). Gonçalo M. Tavares recebeu importantes prémios em Portugal e no estrangeiro, nos mais diversos géneros literários. Como Aprender a Rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Elias Canetti, entre outros. Recebeu inúmeros prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi por diversas vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina.
Em Portugal recebeu, entre outros, o Grande Prémio do Romance e Novela da APE, Prémio José Saramago, Prémio Fernando Namora. Jerusalém foi o livro mais escolhido pelos críticos do jornal Público para romance da década e Uma Viagem à Índia foi escolhido pelo jornal DN, por diferentes críticos, como uma das 25 obras essenciais da história da literatura portuguesa.

Compareçam!



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