Em 1963 Hannah Arendt publicou Eichman em Jerusalém onde reflete ser o mal não uma categoria metafísica, mas da natureza humana, reproduzindo-se onde encontra espaço para tal, traduzindo a ausência de pensamento e a banalização da violência. Os nossos dias dão eco às preocupações de Arendt, com os genocídios permanentemente na esfera pública e publicada, até à cavernícola intenção de transmitir fuzilamentos em direto na televisão. O Homem Lobo de Hobbes cada vez mais de volta às cavernas da indignidade. Justiça, Ódio ou Vingança?
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